
Quem sou eu !
25/02/2007
Perguntei ao pensamento !Perguntei ao pensamento o que pensa do amor.
Ele pensou um momento e depois respondeu:
-O amor é como o tempo com altas e baixas pressões,enche de encanto os corações,as vezes só de ilusões...
O amor é como o vento,quando passa e não volta, é grito de raiva é revolta é lutar contra o não ser,é o medo de perder.
Perguntei ao pensamento o que pensa do amor.
Ele pensou um momento ,só depois respondeu;
-Penso que o amor morreu,já não á amor na terra,quem só ama o que é seu,dá uma bala para a guerra.
A vida já perdeu ,e a si mesmo se enterra.E nesta luta todos morrem.
-Não já não á amor.
Perguntei ao pensamento, O que queria que fosse o amor:
Ele pensou um momento, e só depois respondeu:
-Que o amor fosse criança,ave flor, jasmim,sol ou jardim onde as rosas florissem.
Que isto é que é o amor.
... E agora sou eu que penso!
Porque pensas assim?
E que ati já não te venço,e outros me vencem a mim.
Vale Apena Ler
UMA HISTÓRIA .Contam que uma vez se reuniram em um lugar da terra, todos os sentimentos e qualidades dos homens. Quando o ABORRECIMENTO havia bocejado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs: Vamos brincar de esconde-esconde? A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder se conter perguntou: Esconde-esconde? E como é isso? É um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um até um milhão, enquanto vocês se escondem e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo. O ENTUSIASMO dançou rodeado pela EUFORIA e a ALEGRIA. Deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e incluiu a APATIA que nunca se interessava por nada.Mas nem todos quiseram participar, a VERDADE preferiu não se esconder, para que? Se afinal sempre a achavam.E a SOBERBA disse que era um jogo muito bobo (no fundo o que a incomodava é que a idéia não tivesse sido dela) e aCOVARDIA preferiu não se arriscar... Um, dois, três... começou a contar a LOUCURA. A primeira a se esconder foi a PREGUICA, que como sempre se escondeu atras da primeira pedra que achou no caminho. A FE subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço havia conseguido subir a copa da árvore mais alta. A GENEROSIDADE, quase não conseguia se esconder, cada lugar que achava parecia maravilhoso para algum dos seus amigos: Que tal um lago cristalino? Ideal para a BELEZA. Que tal o oco de uma árvore? Perfeito para a TIMIDEZ. Que tal uma rajada de vento? Magnífico para a LIBERDADE. Assim acabou se escondendo em um raiozinho de sol. O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um lugar muito bom desde o começo, ventilado, cômodo, mas só para ele. A MENTIRA se escondeu no fundo dos oceanos (mentira, na realidade se escondeu atras do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO no centro dos vulcões. O ESQUECIMENTO... se não me esqueci aonde se escondeu... mas isso não é importante. Quando a LOUCURA contava 999.999, o AMOR ainda não tinha encontrado um lugar para se esconder, pois todos já estavam ocupados... até que viu um jardim e enternecido decidiu se esconder entre suas flores. Um milhão, contou a LOUCURA e começou a procurar. A primeira a aparecer foi a PREGUICA, só a três passos de uma pedra. Depois ouviu a FÉ discutindo com Deus no céu sobre Teologia, e a PAIXÃO e o DESEJO foram sentidos vibrando dos vulcões. Sem querer, encontrou a INVEJA, e claro, assim pode deduzir aonde estava o TRIUNFO. O EGOÍMO, não teve nem que procurá-lo, sozinho saiu disparado do seu esconderijo que tinha resultado em um ninho de abelhas. De tanto caminhar sentiu sede e ao chegar no lago descobriu a BELEZA e com a DÚVIDA, o resultado foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir ainda de que lado ia se esconder. Assim foi encontrando todos. O TALENTO entre a brisa fresca, a ANGUSTIA em uma cova escura, a MENTIRA atras do arco-íris (mentira, sim ela estava no fundo do oceano) e até o ESQUECIMENTO... que já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde, mas só o AMOR não aparecia em lugar nenhum. A LOUCURA procurou atras de cada árvores, cada canto do planeta, em cima das montanhas e quando estava por desistir, viu um jardim e as rosas... e pegou uma forquilha e começou a mover as ramas, quando de repente escutou um grito doloroso. Os espinhos tinham ferido os olhos do AMOR. A LOUCURA não sabia o que fazer para se desculpar, chorou, rogou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, O AMOR E CEGO E A LOUCURA SEMPRE O ACOMPANHA.
SE EU FOSSE...Se eu fosse uma anja... Eu traria a paz ao seu coração. Eu transformaria a pomba da Paz em pétalas de rosas perfumadas de amor, embalando a sua vida em uma eterna valsa de amor.Se eu fosse uma anja... Eu deixaria o azul do céu estrelado com o verde do mar percorrerem a sua mente e assim as lembranças tristes iriam dar adeus à você.Se eu fosse uma anja... Eu escreveria em letras singelas emulticoloridas o quanto você merece ser feliz... E essas letras jamais seriam apagadas... Elas seriam eternas.Se eu fosse uma anja faria você acreditar que a felicidade chegará eassim você nem perceberá que os momentos angustiantes que pareciam eternos eram sinais para fortalecer o seu ser interior.Se eu fosse uma anja... Eu seria testemunha de que o seu sorriso setornará ainda mais doce e que a sua bondade ficará eternamente estampada em outras almas.
Chorando com a ChuvaEu olho para o céu, E vejo nuvens brancas como espumas. Eu sinto o vento, O sol forte me aquece. Eu olho para um azul sem fim, então eu lhe procuro...Mas estou sozinho, Grito ao vento, ao sol, ao céuQuero você! O universo se transforma E eu sinto a chuva fina tocar meu rosto,Sinto como chorasse,Um sol forte com chuva fina Me fazendo chorar.O vento quer me derrubar, Mas você me disse que o vento Era um bom sinal. Então venha para perto de mim, O céu é grande demais para uma só pessoa. Divida comigo este universo, Sinto que podemos voar juntos. Mas você não me responde,Tem medo da tempestade. Então mais uma vez, Eu olho para o céu E choro sozinho, Com as gotas de uma chuva fina.
Eu pedi a DeusEu pedi a Deus que tirasse meu orgulho.E Deus disse não! Não Lhe cabia tirá-lo, mas a mim deixá-lo...
Eu pedi a Deus que me desse paciência.E Deus disse não!Ele disse que a paciência nasce das atribulações;Ela não é concedida, é merecida...
Eu pedi a Deus que me concedesse felicidade. E Deus disse não!Ele disse que me daria Suas bênçãos;A felicidade viria de mim mesmo...
Eu pedi a Deus que me poupasse do sofrimento.E Deus disse não!Ele disse que a dor afasta-me das ilusões da vidae leva-me para mais perto d’Ele...
Eu pedi a Deus que me fizesse crescer minha vida espiritual. E Deus disse não!Ele me disse que eu deveria crescer sozinho,mas Ele vai podar-me como um ramo, para que produza frutos...
Eu perguntei a Deus se Ele me ama. E Deus disse sim! Ele deu-me Seu Único Filho, que morreu por mim E quer-me um dia no céu, pela minha Fé...
Então, pedi a Deus que me ajudassea amar os outros como Ele me ama.E Deus disse:"Finalmente compreendeste!"
Fácil e difícilFalar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se Expresse sua opinião...Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...Difícil é encontrar e reflectir sobre os seus próprios erros.Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma... Difícil é vivencial esta situação e saber o que fazer. Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...Difícil é mentir para o nosso coração.Fácil é ver o que queremos enxergar...Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.Fácil é ditar regras e, Difícil é segui-las...
Vida!Vida que avanças sem que eu te acompanhe. Muro de espinhos intransponíveis que quero saltar e a dor que se espeta como farpas na minha mente antingem-me a alma e culmina no medo e me rouba as forças.Este medo que me assola o coração...Este medo que me rouba os dias...Este medo que me transforma em algo que não sou.Quero fugir, quero fechar os olhos com força e pensar que tudo isto não passa de um pesadelo.O desespero aumenta a cada dia que passa.Estou num labirinto onde ando às voltas sem conseguir encontrar a saída.Porquê? Porquê a mim? Porquê comigo?Apetece-me gritar para que alguém me oiça e me ajude a saltar o muro de espinhos sem me picar.Procuro desesperadamente a serenidade dentro de mim, mas onde está ela?Preciso urgentemente de encontrar a saída do labirinto do medo.Porquê? Porquê a mim?Quero agarrar uma mão que não consigo ver...Quero tudo e não quero nada porque as forças faltam.Ó vida que avanças e eu não te acompanho...Porquê eu?

A criança que fui
A criança que fui chora na estrada. Deixei-a ali quando vim ser quem sou; Mas hoje, vendo que o que sou é nada,Quero ir buscar quem fui onde ficou. Ah, como hei-de encontrá-lo? Quem errouA vinda tem a regressão errada. Já não sei de onde vim nem onde estou. De o não saber, minha alma está parada.Se ao menos atingir neste lugarUm alto monte, de onde possa enfim O que esqueci, olhando-o, relembrar, Na ausência, ao menos, saberei de mim,E, ao ver-me tal qual fui ao longe, achar Em mim um pouco de quando era assim.Dia a dia mudamos para quem Amanhã não veremos. Hora a hora Nosso diverso e sucessivo alguém Desce uma vasta escadaria agora.E uma multidão que desce, sem Que um saiba de outros. Vejo-os meus e fora.Ah, que horrorosa semelhança têm! São um múltiplo mesmo que se ignora.Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo. E a multidão engrossa, alheia a ver-me, Sem que eu perceba de onde vai crescendo.Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,E, inúmero, prolixo, vou descendo Até passar por todos e perder-me.Meu Deus! Meu Deus! Quem sou, que desconheço O que sinto que sou? Quem quero ser Mora, distante, onde meu ser esqueço,Parte, remoto, para me não ter.
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